Isso da vida: Ida, volta e vinda Tem chão ainda , recaídas. Quantas coisas: casas , brasas; Quanto amor em tudo sempre , chororô e a dor de dente. Te amei várias vezes num ano e seis meses, na balada profunda de uma mpb: poemas, lençóis e “ vou te ver” .
Um Longa metragem na segunda parte quase no final feliz Faltou um triz.
Que todas as coisas deixadas para trás funcionem como brisa boa, visitando a memória, aquecendo o coração. Que eu tenha a força da leoa para me proteger , ser justa e oferecer a mesa . Que eu seja porto, conforto daqueles ao meu redor. Que eu saiba perceber e agradecer os raios de sol.
Tem tempo que o amor está guardado. De vez em quando eu tiro do coração pra tomar sol. Dou uma lembrada. Acho que foi lindo. E guardo de novo. Porque amor também acaba sendo assim como certas coisas.Quase intocáveis. Ou vira tela de cinema. Você assisti, se emociona e vai embora. Tem amor que não incomoda.Que não faz barulho.Nem ocupa espaço. Aloja-se em qualquer canto da sua vida.
Tem amor que também é vagabundo Tem cada amor estranho.
Eu sei que você vai ler. Mas não era isso que eu ia escrever.Nem ia escrever.Eu acho que não ia. Mas agora que acabo de acordar, eu penso em você : meu livre exercício da paixão. Respiração e copo de água. Por que, será?Eu devia escrever, sim, que você continua plantada no meu coração. Dona absoluta dos meus sonhos maiores e mais amplos. Desenho de uma vida real, alí, no duro e no mole, até que a morte nos separe. O pior que meu amor por você não morre.Então a morte não separa. Eu amo sozinha e corro o risco de carregar isso para a próxima encarnação. Com todos os pecados que cometi desejando esquecer que você existia. Nem mesmo a prática dos “ eus-amos” da vida permitiu minha salvação. Deserdo-me e não quero sentir mais nada. Não elaboro,não alimento. Mas em vão. Você está assim no meu coração, absoluta em mim. Plena. Sementinha que veio com o vento, e floresceu. Não há tempestade que arranque da terra ou de mim. Acho que fiz uma declaração de amor. Com florzinhas pequenininhas, coloridas. Não, isso é muito inocente. A minha declaração de amor vai acompanhada do brega, do exagero e do tradicional. E da paciência com o amor tartaruga. (inútil decifra-me ou devoro-te)
direito ou torto muito bom ou sem conforto banquete ou alimento eterno, sempre ou sem tempo pode ser tudo até felicidade disfarce uísque puro ou chocolate delicado que se parte
Me ame por enquanto Me beije por enquanto Ilusório Infinitamente provisório Ofegante e repetitivo Outra vez, mais outra Não sei quantas Mas por enquanto mais vezes Hoje e daqui a pouco esfuziante e louco desejo ou sorte ou qualquer coisa de morte