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Eu sei que você vai ler.
Mas não era isso que eu ia escrever.Nem ia escrever.Eu acho que não ia.
Mas agora que acabo de acordar, eu penso em você : meu livre exercício da paixão. Respiração e copo de água. Por que, será?Eu devia escrever, sim, que você continua plantada no meu coração.
Dona absoluta dos meus sonhos maiores e mais amplos.
Desenho de uma vida real, alí, no duro e no mole, até que a morte nos separe.
O pior que meu amor por você não morre.Então a morte não separa.
Eu amo sozinha e corro o risco de carregar isso para a próxima encarnação.
Com todos os pecados que cometi desejando esquecer que você existia.
Nem mesmo a prática dos “ eus-amos” da vida permitiu minha salvação.
Deserdo-me e não quero sentir mais nada. Não elaboro,não alimento. Mas em vão.
Você está assim no meu coração, absoluta em mim.
Plena. Sementinha que veio com o vento, e floresceu.
Não há tempestade que arranque da terra ou de mim.
Acho que fiz uma declaração de amor.
Com florzinhas pequenininhas, coloridas.
Não, isso é muito inocente.
A minha declaração de amor vai acompanhada do brega, do exagero e do tradicional.  E da paciência com o amor tartaruga.
 (inútil decifra-me ou devoro-te)

 



Escrito por n. doretto às 15:36
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